Recentemente, deparei-me com uma pergunta intrigante: “Ao utilizar um gráfico radiônico para fins financeiros, como fica a questão do carma? Se o gráfico realmente funciona, como isso pode influenciar algo aparentemente predestinado?”. Essa indagação, carregada de ceticismo, é frequente quando nos aventuramos em temas que desafiam nossas crenças sobre destino…
